Muitas vezes me questionei, no ultimos 2 anos, sobre manter o blog... Na maioria das vezes preferi não responder. Confesso que era muito mais facil blogar e, principalmente, escrever, quando se tinha tempo de sobra (pq era preciso cumpri 9 horas diárias de ponto) e cabeça vazia (pq tempo ocioso deixa a cabeça vazia)...
Hoje não tenho nenhum dos dois... a não seu de madrugada!!! Não... nem de madrugada, pq a cabeça não para, pq o tempo continua correndo e minha lista de pendencias, coitada, cresce diariamente (ao contrário de todas as plantas que já tentei cultivar no apertamento!!!)
Mas o blog permanece... permanece pq ele tem lembranças e memórias... Muitas.. das quais eu não lembraria se não tivesse o blog e não acessaria se, simplesmente fechasse ele e colocasse num arquivo de word... Vai permanecer mea boca, vai ser alimentado da forma mais confusa, falando cada vez mais de mim e menos das crianças, vai falar da Mãe de Papel e do que vier pela frente... Sabe-se lá o que vem, vai que preciso matar o tempo de 9h diárias de novo (bate 3x na madeira ae!!!)
É isso... o caminhar veio antes e vem depois tbm... Mas falando sobre a Mãe de Papel...
Ah, a Mãe de Papel... é meu xodó, sabe... É meu terceiro filho, com cara de filho mais velho (acho que da idade do meu sonho de me encontrar... É um filho que eu queria muito que tivesse dedicação excRusiva e as tais 9h diárias de trabalho... mas estamos longe disso AINDA!!!
Um dos meus investimentos da Mãe de Papel, foi em maquinário para trabalhar com Scrap. Hoje vejo que podia ter investido melhor e estudado um pouco mais... mas tá bom, pq foi como dava pra ser... na marra.. antes que deixasse de ser...
Em algum momento entre a criação da pagina do facebook , minha saída efetiva do trabalho e o começo da nova rotina, o scrap AND as festas tomaram conta da Mãe de Papel... De tal forma, que não foi possível voltar atras. Me encontrei onde eu já me encontrava, só não sabia, saca?! (se não saca, releve o horário..só esse que consigo escrever e as ideias ficam confusas... rsrs)
Mas daí que me vi em meio a tanta informação, que fui absorvendo que nem esponja, só que sem extravasar para nenhum lado... no mesmo passo que marido quase surtava por não ter conseguido realocação... foram 6 meses muito intensos...
Aprendi muito sobre mim, mesmo antes do processo de coaching... aprendi a engolir muito mais em nome do bem estar do outro, a dar conta de tudo que eu pudesse dar e do que não pudesse tbm, afinal eu não estava sozinha, aprendi que tínhamos poucos amigos, pouquíssimos, para ser bem sincera... Muita gente que urubuzou, veio perguntar só para saber em qual tanto de merda a gente tava e que depois nunca mais ligou. E que os poucos, pouquíssimos, esses vão até o fim pq estão ainda do nosso lado, nos perguntando como vai o dia, mesmo que não seja todo dia... Isso é um aprendizado e tanto.
Mas da parte boa, aprendi que tenho talento (tenho mesmo, pode acreditar!!), que tenho mão para papel e artesanato, que sou detalhista e criativa e que tenho mais para aprender todos os dias...
A Mãe de Papel cresceu nos últimos 5 meses de uma forma absurda... E sei que vai crescer mais nos próximos meses e anos. Hoje, consigo ter projetos agendados com antecedência e toda semana a agenda fecha com trabalho. Vivemos assim, uma semana depois da outra e ta dando certo!!!
Quero muito mais ainda... e estou aprendendo a dividir minha atenção entre Marido - que se encontrou depois de muito bater cabeça, trabalhando por conta própria tbm, Laís - que esta aprendendo a ler e esta numa fase muito complicada entre a dependência e a independência, e o Caio - que é minha sombra, LITERALMENTE!!! Ah... e não menos importante minha atenção a mim, tbm. Pq sou gente e se eu não funcionar bem a engrenagem ai de cima para totalmente.
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04 julho 2016
18 abril 2016
Sobre se descobrir, sobre o auto conhecimento e sobre mim
Nesse período de transição, mudança, furacão que passou na minha vida nos últimos meses (quase 1 ano, já), tive a oportunidade de fazer um processo que a muito tempo eu queria fazer, mais não tinha oportunidade/possibilidade de fazer por N motivos.
O coaching foi o processo que despertou dentro de mim a vontade de mudar, mesmo sem passar pelo processo. Comecei a seguir pessoas que questionavam as verdades absolutas que nos são impostas todos os dias e àquelas em que acreditamos (ou nos fazem acreditar) desde sempre.
Dai depois que vc começar a pesar e a questionar é um caminho sem volta. E peguei esse caminho a uns 3/4 anos, quando comecei a me questionar. Daí veio todo o processo decisão, duvida, amadurecimento, se jogar com a cara e a coragem... e tudo mais.
Mas não é facil. Nem perto disso.
Final do ano passado, quando estava no meio do olho do furacão da Doroty, prestes a desistir de tudo e acreditar que eu tinha feito merda, desacreditar de mim, perder o animo e as esperanças que eu conseguisse dar conta, uma pessoa cruzou o meu caminho. Daquelas coisas que a gente acha que não acontece, que não pode acontecer, que não tem gente boa no mundo para fazer acontecer.
Mas tem, muitas. Entre elas a Bethania, do site Viver e Melhor, que estava no mesmo grupo que eu, que deixou uma mensagem no grupo na hora em que eu estava online, zapeando o facabook, e ofereceu uma vaga para o programa que iria começar. E assim nos encontramos.
Assim eu quase desisti antes mesmo de começar. Mas não desisti. E nos encontramos (e desencontramos algumas vezes em que a casa parecia que ia desabar) , nos encontramos por 3 meses, toda semana, ao vivo, tete a tete.
E a Mãe de Papel ganhou novo folego, eu ganhei uma injeção de adrenalina e muita reflexão... É um processo muito maior do que eu imaginava. Muito mais completo e, as vezes até doloroso de auto conhecimento e crescimento. Mas é incrível e eu nunca vou para de agradecer a Bê por toda a transformação que ela me guiou para conseguir.
E essa é minha "ultima" tarefa do processo. Uma carta para a que eu sou ou quero ser daqui a alguns meses.
***
Esse texto, ou carta, é uma projeção, uma idealização ou um vislumbre do que eu quero e posso ser daqui até o inicio do ano que vem.
Como se hoje fosse 1º de janeiro e eu estivesse naquele momento de reflexão que sempre fazemos quando chega a virada do ano e o inicio de um novo ciclo. Quando faltam poucos dias para o meu aniversário e meu momento de reflexão fica ainda mais forte pelo “inferno astral” pré aniversario.
Acredito que estou muito mais agradecida do que aborrecida com os últimos meses, que o crescimento e amadurecimento pessoal e profissional do ultimo ano, valeram tanto quanto os 10 anos de trabalho escravo no Inmetro.
Acredito que estou no caminho que quero estar com a mãe de papel, que cresci o tanto quanto fui capaz e me dediquei ao máximo para isso. E que o que não cresci, tudo bem, temos mais um ano pela frente para conseguir.
Acredito que já conseguimos nos encontrar em uma rotina familiar que me permite trabalhar sem culpa. Na verdade acredito que culpa é daqueles sentimentos que quase não sinto mais.
Acredito que estou mais disposta fisicamente e que consegui encontrar uma atividade que me dê prazer e que renove minhas energias.
Acredito que consegui encontrar um equilíbrio entre minhas obrigações, minhas necessidades e as necessidades das crianças.
Acredito que mesmo trabalhando muito mais, afinal agora tenho uma rotina que me permite isso, consigo brincar mais com as crianças, consigo estimular mais os dois e dar atenção individual a cada um.
Acredito que me sinto mais bonita, afinal estou me exercitando. Mas mais do que isso, estou cuidando de mim e olhando mais para mim. Acredito que isso vai ser um reflexo do meu amor próprio e do meu auto controle emocional, que pode até não estar controlado, afinal eu sou de carne e osso e continuo sendo eu, mais não vou mais estar na sensação de montanha russa.
Acredito que cuidar de mim não vai ser mais motivo de culpa, afinal lembra que não permito mais a culpa. E acredito que cuidando mais de mim e me sentindo mais bonita, minha relação com o marido tbm vai estar melhor. Ainda vamos ser nos dois, que damos choque, mais vamos estar ainda mais fortes juntos.
Acredito que vou me deixar abater cada vez menos pela instabilidade e vou estar cada vez mais segura. E quando eu estou segura, nada me segura.
Acredito que vou terminar essa reflexão, daqui a alguns meses, com um sorriso no rosto e uma sensação de: “caralho, eu sou foda!”, pq né, esse foi meu primeiro ano completo dedicado a mim e a tudo que amo e acredito. E ao contrario das expectativas e perspectivas (principalmente de terceiros), eu estou feliz.
E é só o começo, pq no dia 1º, para mim, realmente começa tudo de novo. E eu vou estar pronta pro que vier. E eu quero que venha mais. Que eu não pare de me conhece, entender e respeitar. Que a Mãe de Papel brilhe tanto quanto sei que ela pode e vai brilhar, pq vou cuidar disso. Que as crianças estejam felizes e que não falte nada: material e emocional. E eu tbm vou cuidar disso.
Pq não é fácil. Mas se fosse, não tinha graça
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31 março 2016
Mãe de Papel do começo...
De ante mão já falo: Empreender é difícil pra caralho!!! Em português claríssimo!!!
E mais: Empreender conciliando com a maternidade full time é tipo... difícil PARA CARALHO!!! (desculpa, juro que vou reduzir o numero de palavrões!!! rsrsrsrs)
Pronto, tendo avisado que não é o país das maravilhas, agora posso apresentar meu plano infalível com todo amor que tenho por ele, sem ninguém achar que "oia, que molezinha!!!"
***
Na época do aniversario de 2 anos de Laís (auge das atualizações desse humilde blog), eu quase enlouqueci com o processo de montar uma festa... Pq não é simplesmente contratar decoração, mandar fazer um bolinho cheio de pasta americana e chegar linda e maquiada. Pelo menos para mim não foi assim.
Não, pq não tenha que ser assim. Pode sim ser assim. Basta me contratar... rá!!!
Mas foi assim pq eu me descobri minuciosa, detalhista e com olhar critico quando o assunto era festas. Passei noites colando botões em forminhas, cortando borboletas gigantes para colar nos tubetes, separando mm's por cor para combinar... Pq, né?! Não pode ser tão simples.
Me apaixonei pela festas, por alguns estilos de decoração. Era o BUMM da personalização, o inicio do provençal, a gestação da scrapfesta... e me descobri ali.
A festa em si foi um fracasso (dolorido admitir), pq minha vasta lista de convidados não tinha tanta consideração assim pela minha familia e não foi, pq minha experiencia em grandes eventos era ZERO, pq Laís ficou longe de mim o dia todo e na festa só queria colo e peito... Massss
Fiz um intensivo na pele de administração de recursos, de decoração, de combinação de cores, de noção de espaço, de buscas nas internet. Fiz um intensivo investindo numa profissional de outro estado que me assessorou a distancia e me ensinou muita coisa. Hoje vejo que a festa de 2 anos de Laís foi meu primeiro grande investimento no meu plano infalível.
Naquele ano fiquei de ferias enquanto marido trabalhava e Laís ficava na creche. Ócio total por 30 dias... Uma amiga querida me incentivou e "rachamos" um curso online (não façam isso crianças... rsrsrs) de personalização de festa no corel draw.
Passei muito dias entre as aulas e as criações, que eram na verdade uma repetição do que a prof fazia nos cursos, e a gente aplicava nos projetos. A partir daí foi mais fácil colocar a mão na massa a partir do computador.
Fiz os aniversários seguintes de Laís, dos primos, dos filhos dos primos.. Nada de mais.. algumas peças personalizadas. Coisas que eu dava atenção naquele momento de criar e depois passava. Na verdade, apesar de todo o envolvimento, nunca vi isso como um caminho no qual pudesse seguir profissionalmente.
Meio que serio, meio que na diversão, Manu (minha amiga querida sócia de curso) fizemos uma "sociedade à distancia" e criamos, com direito a brainstorming para criação do nome e concepção da ideia, a Papel de Mãe... Ela fez a logo mar linda do mundo, fizemos pagina no face, criamos alguns produtos alem dos personalizados, loja no tanlup... e nenhum venda... heheheheh
Novamente, nem durante os meus piores momentos, as piores crises de trabalho X maternidade eu pensei em ter o trabalho com festas como fonte de renda.
Nem quando decidi que iria sair do emprego. Nem quando Caio Nasceu. Nem quando a ideia surgiu, 3 dias antes do congresso de Mães empreendedoras que me deu uma chacoalhada absurda e me colocou em movimento... em nenhum desses momentos eu pensei que trabalhar com festas pudesse ser uma fonte de renda.
Na verdade eu queria (e ainda quero) produtos diferentes. Todos ligados com criação, arte, impressão digital e (naquela época eu pensava) em algum momento Scrap.
Criei o primeiro produto deitada, pensando em tudo. Ainda é um dos meus queridinhos e não tem quase nada a ver com festa. Quase, pq tem a ver com aniversario. A ideia é um pesquisa cm fatos curiosos que aconteceram na história no dia em que a pessoa nasceu e uma arte feita a partir dessas informações.
Depois disso, naquela noite, na minha cabeça, vieram mais outros muitos possíveis produtos ara a minha loja que seguiria sendo a Papel de Mãe.
Durante o congresso aprendi um pá de coisas, dentre elas a mais básica era pesquisar se o nome escolhido para a empresa não tinha sido tbm o escolhido de outra pessoa. Não precisou buscar muito para achar outra Papel de Mãe.
Travei... Mas hoje acho que travei só por 5 minutos e não consigo imaginar outro nome para mim, com a minha identidade a minha cara, que não seja a Mãe de Papel.
Mãe de Papel é quase um brincadeira, é leve e esta diretamente ligado com o meu serviço o papel, mesmo que na época eu não tenha tbm me dado conta disso.
Passado o congresso, foram muitas noites em claro. Muitas dessas noites simplesmente criando. Outras muitas pesquisando. Criando loja, domínio .com.br, domínio .com, blog (que estacionei por pura falta de tempo e de prioridade, no momento), cadastrando produtos, pesquisando, pesquisando, pesquisando.
Daí aconteceu todo o choque na hora do meus desligamento. A saída do marido do emprego. O susto que me travou por algumas semanas...
Só que uma das coisas que aprendi nessa jornada ( e olha que aprendi coisas pra carai, aprendi e aprendo todo dia coisas de uma vida inteira que em 11 anos de empresa não aprendi a viver)... Então, umas das coisas foi que não adianta esperar estar tudo perfeito para começar, pq pode não ficar perfeito nunca... Hoje não esta perfeito... E eu poderia não ter começado ainda...
Com toda minha timidez, com toda a minha vergonha em me auto promover, com toda minha insegurança do meu potencial... Numa dessas noites de insonia, sem prensar muito, já tendo refeito a logo um sem numero de vezes, eu criei uma pagina no facebook.
E não adianta o livro das face é o caminho inicial e "mais curto" para quem empreende sem local físico. Mas é tbm onde as pessoas se sentem a vontade para dizerem o que querem e assim dizer mita coisa ruim...
Era só nisso que eu pensava enquanto criava a pagina.. "Vai dar merda", "Não vai dar em nada", "Só vai curtir família e amigos com dó da nossa situação", "Putaquepaeo, que ideia de girico que eu tive"...
Massss, mesmo me borrando startei a pagina numa segunda feira de manha e fui cumprir mais um dia (ou meio dia) de aviso prévio...
Minha surpresa absurda foi chegar em casa e ter mais de 50 curtidas, foi terminar a noite com 80 incluindo gente que eu não conhecia e com só um produto divulgado.
Eu parei e pensei: Né que dá para fazer essa parada funcionar?!
Continua...
E mais: Empreender conciliando com a maternidade full time é tipo... difícil PARA CARALHO!!! (desculpa, juro que vou reduzir o numero de palavrões!!! rsrsrsrs)
Pronto, tendo avisado que não é o país das maravilhas, agora posso apresentar meu plano infalível com todo amor que tenho por ele, sem ninguém achar que "oia, que molezinha!!!"
***
Na época do aniversario de 2 anos de Laís (auge das atualizações desse humilde blog), eu quase enlouqueci com o processo de montar uma festa... Pq não é simplesmente contratar decoração, mandar fazer um bolinho cheio de pasta americana e chegar linda e maquiada. Pelo menos para mim não foi assim.
Não, pq não tenha que ser assim. Pode sim ser assim. Basta me contratar... rá!!!
Mas foi assim pq eu me descobri minuciosa, detalhista e com olhar critico quando o assunto era festas. Passei noites colando botões em forminhas, cortando borboletas gigantes para colar nos tubetes, separando mm's por cor para combinar... Pq, né?! Não pode ser tão simples.
Me apaixonei pela festas, por alguns estilos de decoração. Era o BUMM da personalização, o inicio do provençal, a gestação da scrapfesta... e me descobri ali.
A festa em si foi um fracasso (dolorido admitir), pq minha vasta lista de convidados não tinha tanta consideração assim pela minha familia e não foi, pq minha experiencia em grandes eventos era ZERO, pq Laís ficou longe de mim o dia todo e na festa só queria colo e peito... Massss
Fiz um intensivo na pele de administração de recursos, de decoração, de combinação de cores, de noção de espaço, de buscas nas internet. Fiz um intensivo investindo numa profissional de outro estado que me assessorou a distancia e me ensinou muita coisa. Hoje vejo que a festa de 2 anos de Laís foi meu primeiro grande investimento no meu plano infalível.
Naquele ano fiquei de ferias enquanto marido trabalhava e Laís ficava na creche. Ócio total por 30 dias... Uma amiga querida me incentivou e "rachamos" um curso online (não façam isso crianças... rsrsrs) de personalização de festa no corel draw.
Passei muito dias entre as aulas e as criações, que eram na verdade uma repetição do que a prof fazia nos cursos, e a gente aplicava nos projetos. A partir daí foi mais fácil colocar a mão na massa a partir do computador.
Fiz os aniversários seguintes de Laís, dos primos, dos filhos dos primos.. Nada de mais.. algumas peças personalizadas. Coisas que eu dava atenção naquele momento de criar e depois passava. Na verdade, apesar de todo o envolvimento, nunca vi isso como um caminho no qual pudesse seguir profissionalmente.
Meio que serio, meio que na diversão, Manu (minha amiga querida sócia de curso) fizemos uma "sociedade à distancia" e criamos, com direito a brainstorming para criação do nome e concepção da ideia, a Papel de Mãe... Ela fez a logo mar linda do mundo, fizemos pagina no face, criamos alguns produtos alem dos personalizados, loja no tanlup... e nenhum venda... heheheheh
Novamente, nem durante os meus piores momentos, as piores crises de trabalho X maternidade eu pensei em ter o trabalho com festas como fonte de renda.
Nem quando decidi que iria sair do emprego. Nem quando Caio Nasceu. Nem quando a ideia surgiu, 3 dias antes do congresso de Mães empreendedoras que me deu uma chacoalhada absurda e me colocou em movimento... em nenhum desses momentos eu pensei que trabalhar com festas pudesse ser uma fonte de renda.
Na verdade eu queria (e ainda quero) produtos diferentes. Todos ligados com criação, arte, impressão digital e (naquela época eu pensava) em algum momento Scrap.
Criei o primeiro produto deitada, pensando em tudo. Ainda é um dos meus queridinhos e não tem quase nada a ver com festa. Quase, pq tem a ver com aniversario. A ideia é um pesquisa cm fatos curiosos que aconteceram na história no dia em que a pessoa nasceu e uma arte feita a partir dessas informações.
Depois disso, naquela noite, na minha cabeça, vieram mais outros muitos possíveis produtos ara a minha loja que seguiria sendo a Papel de Mãe.
Durante o congresso aprendi um pá de coisas, dentre elas a mais básica era pesquisar se o nome escolhido para a empresa não tinha sido tbm o escolhido de outra pessoa. Não precisou buscar muito para achar outra Papel de Mãe.
Travei... Mas hoje acho que travei só por 5 minutos e não consigo imaginar outro nome para mim, com a minha identidade a minha cara, que não seja a Mãe de Papel.
Mãe de Papel é quase um brincadeira, é leve e esta diretamente ligado com o meu serviço o papel, mesmo que na época eu não tenha tbm me dado conta disso.
Passado o congresso, foram muitas noites em claro. Muitas dessas noites simplesmente criando. Outras muitas pesquisando. Criando loja, domínio .com.br, domínio .com, blog (que estacionei por pura falta de tempo e de prioridade, no momento), cadastrando produtos, pesquisando, pesquisando, pesquisando.
Daí aconteceu todo o choque na hora do meus desligamento. A saída do marido do emprego. O susto que me travou por algumas semanas...
Só que uma das coisas que aprendi nessa jornada ( e olha que aprendi coisas pra carai, aprendi e aprendo todo dia coisas de uma vida inteira que em 11 anos de empresa não aprendi a viver)... Então, umas das coisas foi que não adianta esperar estar tudo perfeito para começar, pq pode não ficar perfeito nunca... Hoje não esta perfeito... E eu poderia não ter começado ainda...
Com toda minha timidez, com toda a minha vergonha em me auto promover, com toda minha insegurança do meu potencial... Numa dessas noites de insonia, sem prensar muito, já tendo refeito a logo um sem numero de vezes, eu criei uma pagina no facebook.
E não adianta o livro das face é o caminho inicial e "mais curto" para quem empreende sem local físico. Mas é tbm onde as pessoas se sentem a vontade para dizerem o que querem e assim dizer mita coisa ruim...
Era só nisso que eu pensava enquanto criava a pagina.. "Vai dar merda", "Não vai dar em nada", "Só vai curtir família e amigos com dó da nossa situação", "Putaquepaeo, que ideia de girico que eu tive"...
Massss, mesmo me borrando startei a pagina numa segunda feira de manha e fui cumprir mais um dia (ou meio dia) de aviso prévio...
Minha surpresa absurda foi chegar em casa e ter mais de 50 curtidas, foi terminar a noite com 80 incluindo gente que eu não conhecia e com só um produto divulgado.
Eu parei e pensei: Né que dá para fazer essa parada funcionar?!
Continua...
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21 março 2016
O plano infalível... É, até que foi um bom plano!!
Não, eu não vou voltar aqui e dar mil desculpas por ter deixado o blog de lado, se não todos os meus posts vão começar dessa forma... Nunca pensei mesmo em abandonar esse canto. Não esperava passar tanto tempo sem postar nada, mas... To aqui!!! Firme e forte!!!!
***
Essa semana fez um ano desde o congresso, a formulação da minha ideia, a "criação" da minha marca... Passei muitas noites sem dormir por muitos meses... estudando, elaborando plano de negócios, criando logo, identidade visual, domínio, redes sociais, market place (sim, pq sou fina!!)...
O fato é que na metade das minhas ferias eu tinha tudo estruturado para sair do meu emprego formal e ter bons meses de investimentos (financeiro e intelectual) na minha ideia... O plano era realente perfeito... Tão perfeito, que o que eu mais temia, que era como se daria minha saida da empresa, aconteceu da melhor forma: Convenci quem eu tinha que convencer que eu não estava tomando uma decisão baseada somente nas crianças, que eu tinha sim, um plano de continuar ganhando dinheiro e, principalmente, que eu tinha todos os motivos para sair dali e mudar minha vida.
Por uma Feliz (e depois muito triste) coincidência, meu pedido acontecia no meio da crise, no meio de muitas dispensas, então seria mais fácil me dispensar.
O problema é que nem tudo acontece como a gente planeja. A gente não tem o controle sobre tudo. Para a pessoa controladora que sou, cada vez mais descubro que a gente não tem controle de nada, a não ser dos nosso atos.
Na semana da minha demissão, marido tbm foi demitido. Na semana da minha demissão, me deram oportunidade de voltar atras, repensar a minha decisão e continuar. Na semana da minha demissão, contrariando toda sensatez do mundo, eu mantive minha decisão.
Acho que quando vc se torna responsável pela sua felicidade (que respinga na felicidade de gente que depende de vc), assumir riscos é consequência primordial. Eu refiz contas, refiz novamente, avaliei os possíveis cenários, refleti (e chorei) muito... E no final foi tranquilo bancar a decisão.
Tranquilo, não significa fácil, longe disso. É uma briga constante entre o pessimismo, o otimismo real e a viagem na maionese... Pq, né?! A gente nunca acha que vai enfrentar o pior cenário.
Um ano depois da minha decisão e nove meses depois do meu desligamento, posso dizer que passei por todos os estágios e finalmente a coisa parece que vai entrar no eixo, que vai se encaminhar. Marido esta realocado, minha marca está ganhando força, a casa continua bagunçada (mas e daí), as criranças estão felizes e eu... eu tbm estou (olha que louco!!! rsrsrs)...
***
Agora falando do que me faz feliz ( e espero voltar a falar dela aqui muitas vezes)... Minha empresa!!! Sim, pq é uma empresa (mesmo que ainda não tenha cnpj). Sim pq agora sou CEO de uma empresa em ascensão (chupa, cambada que me infernizou! Rá)!!!!
Continua... (pq esse post esta escrito a dias e eu não consigo terminar... Sim.. essa é a vida de empreendedora, mãe de dois, dona de casa {cof!}, esposa e mulher... Ou seja, coque é vida, pijama é moda e tempo? Onde vive? Do que se alimenta!!!)
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24 setembro 2015
Tempo, tempo... Mano velho!!!
Não posso dizer que passei por aqui todos os dias nos últimos meses. Acho que nem todas as semanas... Mas voltei aqui muitas vezes querendo escrever, pensando em escrever, querendo ler as novidades dazamigatudo... e Acabei só lendo as minhas não novidades de 5 anos para cá.
Uns dias atras, que podem ser semanas, já que esse negocio de do lar/empreendedora me tira do eixo e só sei quando é fds pq Laís não tem aula...Voltando... Uns dias atras, eu passei horas aqui no blog... Entrei para ler um post sobre Laís na mesma epoca que o Caio e acabei passando uma madrugada lendo... Haja história, estória... para todos os gostos...
Me deu uma saudade... saudade de sentar e escrever, saudade de conseguir compartilhar aqueles momentos que eram tão meus, tão particulares e que eu compartilhava com um "sem" numero de pessoas.
Saudades de ler e de saber da vida das amigas. Daquelas em que só eu era a amiga, pq ela tinha 124658314 seguidores no blog e nunca ouviu/leu meu nome, mas eu estava aqui, acompanhando cada etapa da sua vida celebribloguística!!!!
Saudades de ler e saber da vida das amigas. Daquelas que eram amigas e compartilhavam suas vidas comigo através de muitos cometários trocados, de blogagens coletivas, de familiaridade, de viver a mesma fase. Saudades da Nine, mãe da Ísis, da Dani, mãe da Laura, da Ivana, mãe do João, da Sarah, mãe do Bento; da Roberta, mãe do Noah. Saudades da Ivna, mãe do Enry; da Taty, mãe do Iury; da Luciana, mãe da Marina; da Carol, mãe do Isaac; da Marina, mãe da Beatriz; da Mi, mãe da Clarinha, da Vanessa, mãe do Enzo. Saudades da Laís, mãe da Malu; da Natalia, mãe do Benjamim; da Milka, mãe das meninas. Sauadades da Mari, do Muito Secreto. Saudades do Astronauta...
Nossa!!!!! Tanta mulher bacanuda com quem eu aprendi tanto.. compartilhei tanto... vi crescer a primeira infância de tantas crianças espertas e lindas... Fora tantas outras que não lembro agora (madrugada, mãe de dois, empreendedora, dá um desconto?!), mas que foram muito importantes nos 5 anos humilde blog mixuruca... Importantes na minha vida, no meu crescimento como pessoa, amadurecimento como mãe e como mulher. Gente do qual eu falava como se fosse amiga intima... De quem eu contava os causos, como se fosse aquela vizinha chegada!!!!
Fora a Saudade das duas que estão mais presente na minha vida.. A Manu, mãe da Sophia, que me aturou por muito e muitos anos (rá), das 8h da manha até as 16,30h, com meus devaneios, com minhas loucuras, minhas sandices... Que me incentivou e virou minha sócia a quase 1.500km de distancia. Me ensinou e me ensina muito sobre correr atras dos objetivos e sempre levantar depois daquela banda que a vida dá.
E a outra doida que me chamou de serial killer no nosso primeiro encontro ao vivo.., A Si, mãe da Bela e do Lipe, que é pau para toda obra e atravessa a Dutra inteira se eu precisar, tenho certeza disso. Me acolheu em sua casa e em sua família. e virou extensão da minha casa e da minha família lá pelas bandas de SP... Me fez mudar de opinião e tomar um bom cuspe da vida, me mostrando o há de bom em SP.. .que me dá esporros homéricos e briga comigo pelo watts app, mas que me ama pq é irmã gêmea de alma do meu marido.
O blogger, a blogsfera Materna que me deram isso tudo. Por causa do blog que era só da pequena Laís e virou quase da familia inteira, tenho amigas queridas. Por causa dele me tornei a mãe que queria ser, ou quase isso, pq não sou mulher maravilha e nem quero ser (só de vez em quando). Por causa do blog enxergo a vida de uma forma diferente, e aprendi a questionar muita coisa, bater o pé para tantas outras e fazer cara de alface para a maioria.
Eu sempre disse que e o google falisse eu morreria de desgosto (Drama Queen) pq minha vida esta nessas paginas e paginas.. nas muitas paginas do meu querido gmail/drive... mas no blogger esta meu coração!!!!
Ed (vulgo marido) dizia que para me trollar, que eu escreveria no blog sobre Laís até ela completar 24 anos.
Talvez não com a mesma frequência de antes. Talvez não com a mesma intensidade. Mas com certeza com a mesma paixão eu ainda fico por aqui por muito tempo!!!
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Tempo
08 junho 2015
Corta pra mim!!!
Tá... o titulo mais escroto (desculpa a palavra mais foi escroto) do mundo, pq a dondoca aqui não sabia por onde começar...
putaquepareo... tanta coisa para falar aqui.. tanta coisa para registrar.. de verdade.. nem sei por onde começar!!!
Sim.. cheklist... vamos?!
Itens:
- O Blog fez 5 anos em 13 de abril
- Ainda não falei sobre o aniversario de Laís que foi em janeiro (putaquepariu)
- Amamentação
- Caio fez 6 meses de pura gostosura e amamentação exclusiva (ou quase)
- Estamos fazendo um BLW às coxas... ele experimenta quando quer, quando tem a oportunidade (leia-se fruta ou legume ou qualquer coisa, na nossa mão), ou quando me ausento.
- O Brasil está em crise (mas que raios isso tem a ver com um blog fofo sobre maternidade?)
- Saí de comum acordo do meu tão (as vezes nem tão assim) amado emprego.. (Rá!)
- Ah... e Caio caiu (caio caiu, fica horrivel!!!).. mas ele caiu da cama ontem e meu coração ficou estraçalhado!! :(
- E claro, Laís, minha musa, está com 2 dentes mole...
E mole ou quer mais??? Cara de pau me define minha gente... venho depois de 2 meses sem postar e jogo assim.. um monte de coisas nas fuças do povo (se é que ainda tem alguém querido o suficiente para vir aqui saber de mim e das minhas crias!! <3 p="">
O fato é que... sim, minha gente... o Brasil está em crise e eu estou desempregada. Na-na-na-não... Estou virando empreendedora e isso esta tirando meu sono e me dando um sorriso no rosto... quer coisa melhor?!!
Postagem sem vergonha, pq eu precisava vir aqui dar alguma satisfação!!!
Agora vou ali escrever mais um pouquinho, pq já que perdi o sono mesmo e ainda falta 1 hora para Caio acordar e eu encarar mais um (meio) dia de aviso previo... :) Já volto!!!!
3>
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18 janeiro 2015
Meus pequenos e eu...
Três meses e meio sem postar...quase uma vida no mundo virtual. Eu que estou a quase 5 anos nesse mundo, sei que muitos blogs surgem e somem em três meses e meio.. muitos aparecem e viram blog-celebridades instantâneas em três meses meio.
Em três meses e meio minha vida mudou. Minha família cresceu, minha rotina mudou, eu voltei a amamentar... mas nunca deixei de pensar nesse canto, que me acompanhou durante tanto tempo.
E agora que a vida mudou, o blog tem que mudar junto. Uma coisa é certa, mesmo que por vezes abandonado, nunca vou deixar de vez esse canto. Ele vai se transformando, conforme a vida se transforma.
Pois bem!!! Feliz 2015 meu povo e minha pova!!!!
Ixi que tem tanta coisa para falar.. e vou falar.. mesmo que passado algum tempo e tudo mais que resolvido (só se resolvem problemas quando nos aparecem problemas novos!!!)....
Massssssss.... Começando pelo mais importante no momento....
Caio nasceu!!! Nasceu lindo, nasceu a cara da irmã, nasceu prematuro... 34,5 semanas de gestação, 7 dias na UTI neo... muita coisa pra contar...
Alem disso... considerações de 2014 e resoluções para 2015, como ficou a saga do quarto, do GO, do parto, de Laís com seus lindos 5 anos... de como tá a vida... (a vida vai bem obrigado, considerando que estou no meio do mundo do puerpério..!!!)
Hoje numa noite insone, que nada teve a ver com as mamadas noturnas e do qual eu vou me arrepender amargamente amanha quando eu quiser dormir mas uma quiser mamar e o outro brincar... fiquei pensando na vida... em tudo que tinha que fazer, organizar, começar e recomeçar... e resolvi recomeçar por aqui!!!...
Antes de postar de verdade e não um monte de frase soltas... vim aqui dizer que não sumi nem desisti do blog, dizer que no facebook ta cheio de fotos lindas do pequeno e que preciso começar por algum lugar...
Como eu amo listas.. vou ali em cima atualizar e findar meu projeto de 101 coisas em 1001 dias pq a vida mudou tão radicalmente, que o antigo já não fazia mais sentido. O antigo vai ficar lá.. atualizado com tudo que consegui e vou criar outro...
Começando em 3, 2, 1....
Eles dois num momento de amor extremo!!!
17 setembro 2014
50 coisas sobre mim.
Lembro de uma época (a velha) em que tínhamos algumas brincadeiras,
selinhos e indicações na blogsfera. Lembro que ganhei vários selinhos e postei
muitos deles (sou desorganizada, deixa?!) Mais o que eu mais me divertia, e
conhecia as amigas e me forçava a participar eram os desafios... Já respondi
questões sobre mim, tipo caderno de perguntas da adolescência, fiz postagem
programadas, blogagens coletivas... tão bom!!!
Aí esses dias, passeando pela blogsfera, vi que a Nívea fez um post de 50
coisas sobre ela.. e achei a idéia tão legal (e tão difícil) que resolvi fazer
esse desafio a mim tbm. Dizer 50 coisas sobre mim, 50 recortes da minha vida ou
personalidade.
Vamos ver se eu consigo.
1 Deixo tudo para depois. E isso
me enrola e atrapalha e às vezes até irrita.
2 Adoro listas. Todas de todos os tipos, para organizar mil coisas das
quais vou fazer metade.
3 Trabalho no mesmo lugar desde sempre. Desde que comecei a trabalhar
com 19 anos.
4 Sonhei fazer faculdade de história, depois Jornalismo. Mas fiz curso técnico de publicidade, me
formei em Administração e quase fui para uma pós em Engenharia de Produção.
5 Tenho 2 mãos esquerdas, mais me encontrei no corte e recorte dos
artesanatos por conta das festas de Laís.
6 Até os 18 anos eu dizia que nunca teria filho e que com 21 anos ia
morar sozinha.
7 Tenho problemas com horário. Muito. Estou sempre atrasada.
8 Quando criança vagava pela casa durante a madrugada. Maiorzinha, tipo 9/10 anos, só dormia, depois
que todos estivessem na cama dormindo. Habito que permanece.
9 Gosto de ler de madrugada. De dia, prefiro ver TV.
10 Adoro passar dias ao ar livre, com muita atividade... mas quase
nunca faço isso.
11 Tenho fama de dorminhoca, mais durmo em media 5h por noite.
12 Não sou casada no papel com união civil.
13 Nunca sonhei em casar na igreja com todo aparato que isso envolve.
14 Sou contestadora por natureza, o que já me rendeu coisas boas e não
tão boas assim.
15 Não gosto de cozinhar todo dia, mas amo programas de culinária.
16 Odeio lavar louça, desde sempre.
17 Gosto de arrumar a casa, se eu estiver sozinha, sem ninguém passando
ou vendo TV na minha frente.
18 Sou ótima dando ordens (é o que dizem). E assumo, gosto de controlar e organizar as
pessoas o que o que elas tem que fazer.
19 Não sou tão boa assim obedecendo.
20 Meu marido é 30 cm mais alto que eu. Eu não sou baixa, ele que é
alto de mais.
21 Conheci meu marido na escola, apesar da diferença de 8 anos.
22 Sou boa de boca e magra de ruim. Mais tenho minhas frescuras.
23 Não como pão dormido de jeito nenhum.
24 Sou ruim de comprar roupa cara, mais não ligo de ir num bom
restaurante e pagar para comer bem.
25 Tenho poucas e boas amigas...
mas não tenho amizades do tempo de infância.
26 Sou estranha e não conheço quase ninguém no meu condomínio ou no
bairro em que morei a vida toda.
27 Sonho em escrever um livro.
28 Aprendi a andar de bicicleta com 8 anos, mas nunca aprendi a dirigir
(sempre deixo para depois e tenho mil prioridade na frente, mesmo sendo uma
grande necessidade para mim).
29 Demorei a me render ao facebook por achar perda de tempo. Hoje sou
assídua... Massss acho que a rede é usada de forma errada por grande parte dos
usuários.
30 Não gosto de conversar com estranhos na rua e fico agoniada quando
puxam assunto comigo.
31 Sonhava conhecer e morar no Canadá. Mas a não ser que a vida mude
completamente, isso vai ser só um sonho.
32 Nunca fui cdf ou a primeira da turma, mais tbm nunca fui do fundão.
Sempre fui a mediana e que estava entre uma turma e outra.
33 Apesar de ter pai atleta, nunca me interessei por nenhum esporte ou
atividade física. Mas como ele começou no esporte com 40 anos, tenho tempo. ;)
34 Fui uma adolescente com todas as crises e neuroses que a época
permite.
35 Adoro livros água com açúcar, daqueles que estão em promoção em
todas as livrarias e não acrescentam nada alem de distração.
36 Para mim, a sensação de comprar livros e recebê-los, com cheirinho
de novo, é melhor do que comprar roupas.
37 Não entro em discussões, de assuntos polêmicos, com pessoas que não
estão abertas a ouvir outros lados. Não do murro em ponto de faca. Mas tbm não
acho que tenho verdades absolutas.. já mudei muito de opinião.
38 Sou irmã do meio com todas as letras... ex-mimada para o mais velho, carrasca para a mais nova (editado)
39 Fui madrinha de casamento uma única vez na vida e provavelmente não
vou ser mais.
40 Brinquei de boneca até os 11 anos e meu primeiro namorado foi com 12.
41 Mudei de escola 9 vezes durante minha vida escolar (sem contar a
faculdade).
42 Choro vendo novela, filme, documentário, programas.. tudo que
envolve mães e bebes.
43 Acabei me encontrando nos números e controles da administração, mas
minhas vontades e aspirações são todos em relação a criação e arte.
44 Não uso maquiagem, não vou a manicure nem faço escova semanalmente a
não ser que eu tenho alguma ocasião especial. (Na festa de 2 anos da Laís, que
foi daquelas grandes, eu não passei nem batom e estava de rabo de cavalo!)
45 Gosto de todas as frutas do mundo e se me apresentarem uma nova, é
certeza de eu gostar tbm.
46 Odeio barulho de manhã. Fico extremamente irritada com gente falando
alto, musica alta ou bagunça de manha. Acordo em ritmo lento e tenho que me
controlar para não descontar meu mau humor matinal nas pessoas.
47 Sou consumista e pão dura ao mesmo tempo. O que não faz sentido
nenhum. Comprar qualquer coisa quando estou triste ou depre, me ajudam muito.
Mais comprar qualquer coisa no dia-a-dia gera uma tanto de reflexão e analise.
48 Não sou religiosa e não freqüento nenhum tipo de religião. Mas
acredito em Deus, universo e pensamento positivo.
49 Adorei estar grávida da primeira vez e dessa vez acho que vou adorar
só quando caio chegar.
50 Nunca fiz terapia mas acho que todo mundo, sem exceção, deveria fazer.
Essa sou eu, ou um pouco de mim!!!!
Essa sou eu, ou um pouco de mim!!!!
28 abril 2014
Pesando fora da caixinha
*Post escrito de impulso, de uma vez. Quase como se tivesse
conversando comigo mesma para não me sentir tão doida... e quase uma critica ao
mundo “real”. Não é julgamento a ninguem. Ok?! Post altamente destrutivo!!!
Favor gostar de mim depois dele!!!
4 Anos de blog, gentes... quase 5 anos de maternidade se
contar do momento em que me descobri grávida antes mesmo do atraso. E afirmo
com toda certeza que não sou a mesma pessoa. Não sou a mesma pessoa no geral,
nas minhas relações, no trabalho, com dinheiro e, principalmente, no que diz
respeito a crianças e maternidade como um todo.
Eu mesma já reclamei aqui no blog, ou em alguma conversa
paralela, mais de uma vez, sobre a loucura que é a vida da blogsfera.. um
eterno apontar de dedos, uma eterno isso X aquilo, um eterno... aprendizado.
Às vezes algumas pessoas da rede exageram? Talvez! Mas mesmo
dessas, eu consigo tirar algum aprendizado. Talvez eu não consiga adequar a
minha vida, pq minha realidade é diferente. Mas as realidades mudam e se é para
viver melhor (mais feliz), pq não?!
Quando digo melhor = mais feliz, quero dizer que o que é
melhor para um, não necessariamente é melhor para o outro.. que cada um pode
ser feliz de um jeito.
Daí que o mesmo vale para o mundo real, eu sei. Mas
caraio... às vezes, muitas vezes me sinto um peixe fora d’agua no meio de um
oceano de baboseiras e asneiras, coisas de quem ta nessa vida a passeio.
Mesmo tendo tido um cesárea marcada pelo medico, mas com TP
(hoje agradeço muito pelo destino), me causa estranheza ouvir que o baby tal,
vai nascer dia tal. Oí? Quem avisou??? O baby?? Não que eu tenha certeza absoluta
de fazer um PNH lindo e ryco e fino ou meu VBAC na banheira, pq isso é o ideal.
Não!!! Talvez eu chegue muito, muito longe disso. Mas é só estudar um pouquinho
para saber que em grande parte dos casos o melhor é esperar entrar em TP, não?!
To doida?!
Daí ouço que criança não tem vontade, que tem que chorar pq
faz bem ao pulmão, que tem que ficar no carrinho, pq no colo vicia, que tem que
obedecer. Só dói em mim, ouvir isso??
Criança é um ser, independente das nossas vontades. Então por
ser um individuo, ela tem vontades próprias. Cabe aos adultos que a cercam,
orientar e dar exemplo para nortear as vontades dessa criança. Ela pode não querer qualquer coisa pq ela tem
direito a isso (ou querer, tbm), mas acho que cabe a nós direcionar o que pode
ser melhor ou não. Ta confuso?! rs
Quando alguém chora (eu por exemplo) é pq está com dor,
triste, frustrada. Obvio que sou adulta, que teoricamente sei controlar meus
sentimentos. Mas as crianças não. A forma que ela tem de expressar que tem algo
errado é chorando. Claro que, como nós tbm aprendemos, a criança aprende a usar
seu poder de atrair atenção (chorando) para outras coisas... Mas cara, antes de
deixar chorando eu, com certeza, vou avaliar todas as possibilidades daquele
choro.
Daí sobre o vicio do colo, do peito, do aconchego, da cama
compartilhada... Diz aí sem alguém já viu alguém de 20 anos dormindo com os
pais?? (se souber, não contam viu! Rsrs) Acho que as crianças são muito imaturas
nos seus sentimentos... Lidar com os sentimentos é difícil para os grandes..
imagina para os pequenos. Daí virar as costas para isso? Não consigo.
Daí ouço sobre mães que voltam a trabalhar em grande
empresas com 2/3 meses (quando muito) dos bebes, pq se não voltarem vão perder
seu cargos, seus altos salários.
Cada um sabe de si, já disse (e meu texto todo se refere única
e exclusivamente a mim e minhas escolhas, mesmo que não consiga 100% delas o
tempo todo).. Mas eu não consigo achar isso normal. Não consigo achar que isso
faz parte do sistema, mesmo sabendo que talvez faça.
Sei de muitas mulheres, empreendedoras, que voltam a
trabalhar logo que passa o resguardo, mas elas estão ali, do lado...olhando e
acompanhando a medida que podem... fazendo parte, a medida que podem, do
desenvolvimento dos pequenos.
Eu sei que a grande maioria das mulheres, e me incluo nessa,
não pode simplesmente largar o trabalho, ou não tem uma grande idéia empreendedora
assim que nascem os filhos. Mas não consigo conceber uma pessoa viver um
momento tão transformador como esse, e pensar nas planilhas que estão no PC do
trabalho.
E mais, como pode depois de tantos anos de “revoluções” as
mulheres serem obrigadas a passar por isso?! To muito louca?!
Acho que minha transformação vai desde a culpa (não aquela
que doía, aquela outra que faz fazer diferente) pelo meu cansaço e falta de
disposição para brincar, que me fazem pensar em mil formas de estimular e passar tempo de
qualidade com a pequena.
Até a questão dos deveres e direitos que dizem que nós
conquistamos, mas que eu só consigo ver os deveres... Mas não, sem antes brigar
e discutir e dar umas boas arranhadas nesses discursos da boca para fora que ó
servem para nos colocar mais peso.
Tbm aprendi a fazer cara de alface, conhece?! Mas tenho dias
como esse... que me revolto e não falo nada com nada.. mas aprendo.. ô como
aprendo nesses dias!!!
Ao mesmo tempo, fico bem feliz de fazer parte, mesmo que
timidamente, e de forma menos ativa, na rede. Pq vejo que a mudança é muito de
formiguinha. Chego a duvidar que ela aconteça, mas sei que cada uma dessas
mulheres que ensinam sobre alimentação saudável, que lutam pelo respeito na
saúde da mulher, que lutam por uma educação com mais amor e mais apego... Sei
que elas lutam por mim tbm!
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Loucura materna,
Sobre mim
28 janeiro 2014
Quase 30!!!
#pausa (quem da pausa, antes mesmo de começar??? Eu!) Então... Eu estou com um post semi preparado da festinha de Laís.. Já virou habito esse post sair lá para fevereiro... e quase vai ser isso, visto que Janeiro já sei vai... Mas, queria falar sobre outra coisa antes... #despausa
Meu aniversário...
Passou... foi sábado, mais uma primavera, mais um ano que se inicia, mas um ciclo que se encerra e um que se abre... ao post sobre meu aniversário, no ano passado, se somam mais 1 ano... de mudança do ano passado, o estado de espírito.
Ano passado estava numa constante de parte de baixo da montanha russa.. esse ano estou indo para o alto e alem...
Ano passado estava mais perdida, esse ano já sei o que quero, quando quero e como quero... acho que a maturidade faz isso...
Ano passado ninguém (ta?! quase ninguém) lembrou do meu aniversário.. esse ano estou numa constante de presença e sentimento de pessoas tããão queridas do meu lado.. que fiquei em êxtase (ta?! O prosecco ajudou um pouco)...
Ano passado vinha de um ano de muitos questionamentos, ano de uma maré bem baixinha... um baby blues tardio.. esse ano, venho de um ano de amigos queridos presentes na minha vida, um ano de amadurecimento pessoal muito, muito grande, ano de conquistas boas... um ano que preparou para o próximo, um ano de mudanças concretas, assim espero.
Quase 30... e tanta coisa mudou na minha vida, na minha cabeça, no meu coração... uma vontade que se fortalece e se reafirma. Outra decisão que se fortalece e se reafirma.
Não me assusto com a idade, acho até que sou mais feliz agora do que com 19/20 anos... As coisas são mais claras, mas objetivas. Não tenho muito saco para mimimi que tinha (e que fazia)...
O dia passou ótimo, num calor da porra tipico do Rio... a noite foi perfeita, com amigos queridos e a família (a parte querida dela. Rá!), com pizza e bolo!!!
Tbm passou o aniversario do meu amor.. o 10º que a gente passa junto... Somos tão diferentes hoje, do que éramos naquele primeiro aniversario que passamos juntos... E uma vez me disseram que o amor muda, pq as pessoas mudam... e hoje eu amo o marido que está do meu lado.. o que se transformou nesses 10 anos de uma forma diferente do amor que eu sentia naquela época.
Janeiro é um mês bom para a gente... um mês de comemorações e tbm que a gente fali o que não faliu no Natal. Esse ano, pela primeira vez desde que Laís nasceu, tivemos uma comemoração para chamar de nossa... não minha nem dele, pq aí tbm já é de mais... mas nossa.. tudojuntoaomesmotempo, pq somos assim tbm!!!!
E vamos que vamos que o ano está a penas começando!!!!
08 novembro 2013
Sobre "o" nome e "os" nomes
Não, não to animada ainda (pré inferno astral ou qualquer
coisa do tipo), nem com tempo tbm, mas sinto tanta falta de escrever e de compartilhar
e viajar nessa rede, vim tentar colocar nos bytes um de meus muitos posts
mentais.
*
Não lembro se já falei aqui sobre a escolha do nome de
Laís... Mas como to doida e ainda não consegui cumprir a meta de colocar
marcadores em todos os posts, vou contar do começo...
Quando eu era criança... (eu disse que era do começo!)eu
dizia que teria duas filhas e se chamariam Samanta e Samara. Não me pergunte
pq, pq não vou saber responder, só sei que era cismada com esses nomes.
Depois tomei pavor dos nomes e da idéia de duas meninas e
passei a ter certeza que eu teria dois meninos Kauan e Kaique (sou chegada em
nome de dupla sertaneja, mas não dela, se é que me entendem.. rs). Daí
passou... e eu tinha certeza que eu NÃO teria filhos.
#pausa tempos depois, minha prima colocou o nome dos dois filhos dela de Kauan e Kaique. Mas ela, mais nova, não sabia dessa minha história. #despausa
Aí conheci marido e no segundo mês de namoro decidimos o
nome do nosso filhO. Numa brincadeira, ficamos falando vários nomes... até que
um fez borboletas voarem no estomago e decidimos que seria o nome do nosso
baby: Caio.
Só não imaginaríamos que ele demoraria quase 6 anos para
viria e que viria uma menininha.
Lembro que na época da gravidez, todo mundo só falava de
Caio, para cá, Caio para lá. Mas eu, bem antes do exame para saber o sexo,
vivia incomoda por não ter um nome de menina. Sofria pensando que poderia ser
injusta por ter nome de menino e não de menina. EU sentia que era menina e me
sentia culpada (mas já?!) pelo nome não escolhido.
Daí começou a batalha.
O nome não podia ser composto (meu nome é Martha Korine,
pensa no trauma da pessoa);
Tinha que ter poucas letras (meu nome tem 32 delas e quase
todas do alfabeto – aprendi a escrever meu nome e já estava alfabetizada!) ;
Não podia dar margens a apelido pejorativos (tive todos os
apelidos imaginário com meu segundo nome); e
Tinha que rolar aquele sentimento... (esse era o mais difícil!)
O primeiro da minha lista era Lara. Simples, curto, fácil...
mas marido não quis. Não se via chamando, dando brinca, carinhando a Lara...
O segundo Sofia. O nome dos nomes na época do nascimento de
Laís, mas foi vetado de cara por marido.
Daí fiquei perdida... pensei Livia, Larissa, Lavínia, Laís...
mas com nenhum rolou sentimento.
Marido decidiu de cara: Laís. Mas eu não estava convencida.
Agora eu quem não me via chamando Laís para lá e para cá.
Aí fomos fazer o exame... e, para surpresa de todos, o médico
anunciou uma menininha. Depois do susto e do choque, marido entrou em êxtase e
mandou para todos da sua lista de contatos que Nossa Laís estava a caminho.
Como assim já decidiu?
Fiquei puta... mas fiquei confusa tbm, pq gostava do nome,
mas não tinha certeza...
Daí, começamos a chamar... começamos a “comprar”... a olhar
o nominho dela em todas as coisas... e fui me apaixonando e, não tinha mesmo
como não ser, virou a nossa Laís.
Daí agora, a coisa dos nomes volta a tona. Nas historias do
nascimento de Laís e nos devaneios dela sobre O irmão. Sim pq ela não quer
mais uma irmã de três anos... ela quer um irmão bebe para ela cuidar.
Ai, ficamos brincando... falando do nome Caio.. ela parou,
pensou, bateu o dedinho na boca... e disse que até gostava de Caio... mas
queria escolher Leo pro nome do irmão..
Aí o velho assombramento sobre não ter nome de menina me
pegou e sugerir escolhermos tbm um de menina, vai que no dia que ela tiver,
quem sabe, talvez, um irmãozinho, não seja irmãozinho, e sim irmãzinha.
Vai que...
Bom final de semana para vcs aí, viu!
08 outubro 2013
O que vale mais, o que vale menos...
Apesar de estar num momento muito mais de ação do que de
reflexão, como estava antes, ainda tenho lido muito e, principalmente,
amadurecido tudo que li, me informei e produzi na minha cabeça.
Conheci o trabalho da Paula Abreu e achei muito bacana olhar
a vida e os meus sentimentos de outro ponto de vista, tentando enxergar o valor
no que realmente é importante para mim. Nos dois livros dela que li (e to
lendo), eu tirei muito da reflexão sobre o que é mais importante para mim,
sobre o que eu quero pro meu futuro, sobre o que me faz bem... o que me deixa
feliz. #autoajudafelings
Uma vez, conversando com marido, ele disse sobre a gente ter
que fazer o maximo para conseguir dar mais coisas para Laís, para dar o melhor
para ela. No final, é por isso que todos
nós vivemos né?! Para dar o melhor que pudermos aos nossos filhos, nós seguimos
na luta por uma vida que nem sempre é, no final, o melhor para a gente.
Ta complicado, né?! Vou explicar...
A gente acorda cedo, sai para trabalhar, batalhar os
alimentos, as roupas, a moradia, o estudo e o conforto... daí aproveita e
batalha pelos cursos extra curriculares para crianças de 3 anos, batalha pelos
brinquedos que se amontoam, pelos jogos que distraem, pelos lanches e saídas...
e já que ta pagando, vamos correr atrás dos novos aparelhos tecnológicos, que
em sua essência deveriam fazer o mesmo que o aparelho anterior, as outras roupas
que a criança pode vir precisar num futuro próximo, ou não.. e aquele
brinquedo, tão lindo.. daquele personagem que ela ama.. como resistir?!
Isso vale... sim.. muito!!! É o nosso esforço. Não condeno
quem queira dar o melhor para seus filhos. EU quero isso. As vezes vemos caso
de pessoas que querem satisfazer vontade que eram delas na infância.. e tbm não
condeno isso. Eu faço isso...
Mas... tenho me questionado.
O que é o “mais” para Laís? O que é satisfazer suas
vontades? O que é “o melhor” para o futuro dela?
Hoje ouvi uma frase, uma pergunta na verdade, que só vem
contribuir para minha reflexão. O melhor
é ser rico ou ser feliz?!
(Sem entrar no mérito de tudo de bom que o dinheiro pode
proporcionar. Sem ser hipócrita, viagem, conforto, segurança e conta no azul,
ajudam muito a garantir a felicidade)
Acompanhar o dia-a-dia e o desenvolvimento escolar de Laís
ao invés de deixar o dia inteiro sob os cuidados de uma creche ou estar junto e
garantir que ela receba seus valores. Descobrir uma atividade que, até pode não
ter dar tanto dinheiro quando a convencional, mas te realiza e muda a vida de
outras pessoas.
Viver dias “perfeitos” em sua essência, diferente daqueles
dias em que vc se pergunta como vai fazer para o dia passar mais rápido. Na
verdade, torcer para os dias se esticarem para vc dar conta de todas as coisas
que vc quer fazer, que vc sente prazer em fazer, que atendem a sua necessidade.
Não acredito que isso seja fácil.. na verdade não é. É muito
difícil! É quebrar paradigmas sobre trabalho e felicidade, é reafirmar
conceitos de valores que vc acredita muito mais do que aqueles para os quais vc
trabalhava e fazia parte. É aprender a viver com o que é essencial para vc e
equilibrar isso com uma vida de conforto (que não é igual a luxo). É abrir mão
para conquistar mais liberdade, para conquistar mais do que um trabalho,
conquistar sua realização.
Aí chega um ponto complexo. A minha realização não necessariamente
é igual a do meu marido e não necessariamente é igual a que minha família queria
para mim... e não necessariamente é igual a do meu chefe ou da minha vizinha ou
dos meus colegas de trabalho.
A realização pessoal de cada um é de um jeito (sim, a casos iguais,
mas não necessariamente). Isso torna o processo um pouco mais difícil... pq não
nascemos sozinhos, né?! Precisamos de ajuda e suporte, precisamos “ser aceitos”,
precisamos fazer o que esperam de nós?!
O que mais me pergunto é.. fazer o que esperam de mim é mais
importante do que fazer o que é melhor para mim, para minha filha, para minha
familia?!
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Plano Infalível,
Reflexão,
Sobre mim,
Trabalho,
Viver bem
18 abril 2013
Escrever me ajuda muito....
E escrever sobre maternidade me ajuda em vários ângulos e níveis diferentes....
Acho que estou precisando escrever um pouco mais, para esclarecer a mente e acalmar o coração!!!!
Aproveito esse micro post para agradecer as queridas que deixaram comentários tão lindo e sinceros.. e que me fizeram ter ainda mais certeza que não estou sozinha!!!
Quando escrevo... principalmente num respiro só, como tem sido meus últimos posts, eu me sinto ouvida. Sinto como se compartilhasse meus sentimentos e corujisses mais profundos... e isso dá um alivio do KCta!!!!
Logo volto falando coisa com coisa!
14 abril 2013
O que acontece em 3 anos???
Muita coisa se faz em três anos...
Muita gente nasce e morre em três anos.
Muita gente casa e outro tanto se separa, em três anos.
Tbm dá para se concluir alguns cursos de nível superior, uma pós graduação se incia e se conclui, com toda certeza.
Empresas abrem e fecham e três anos.
Muita gente é demitida ou pede demissão e manda o chefe para a P*****.
Em três anos se fica mais perto dos 30.
Tbm se apaixona novamente pelo marido e cada vez mais desmedidamente pela filha.
Em três anos dá para descobri que não se pode ficar acomodado esperando que um dia sua vida mude.
E tbm dá para descobri que as amizades podem ser surpreendentemente fortes ou fracas.
Dá para conhecer muita gente bacana, que passa a fazer parte da sua vida. Na vida e na tela.
Dá para escrever muitas linhas. Se a pessoa for mais organizada, escreves bons 1094 textos diários (infelizmente esse não é o meu caso)
Em três anos pode-se engordar e emagrecer algumas vezes.
Ou não conseguir nenhum dos dois.
Pode conquistar um sonho.
Ter uma mudança significativa na vida.
Fazer aquela viajem que se espera por tanto e tanto tempo.
Em três anos agente vê muita noticia triste na tv.
Muita coisa que choca, que vc vc pensar no amanha, na sua filha que dorme ali do lado e no dia seguinte que terá que ser encarado de qualquer forma.
Mas tbm vemos muita noticia boa.
Que precisa e pode ser propagada. Que dá aquele orgulho de ser mulher, carioca, brasileira, ser humano. E que faz ter esperança nos dias que virão.
Dá para ler muitos livros... Não tanto quanto gostaríamos, porque o tempo é urgente e passa depressa. Mas dá para viajar nas paginas de um autor novo ou daquele que vc esta lendo e relendo toda obra.
Em três anos você aprende que precisa se informar mais para da próxima vez ser diferente.
Tbm aprende que pode contribuir com sua história para ajudar aquele que está ali do outro lado da tela ou da linha e está tão perdido quanto vc esteve um dia.
Em três anos você pode perceber que logo vai chegar a sua hora de pedir a ajuda e o conselho de que já viveu aquilo de uma forma diferente de você. E aí, ficar do outro lado da tela ou da linha esperando aquele conselho ou dica pára fazer diferente.
Em três anos você pode começar a querer começar tudo de novo.
Ou dar um tempo naquilo que já está "velho" para, quem sabe, voltar com um gás novo.
Em três anos, se troca os móveis de lugar algumas vezes. Joga alguns fora e compra uns novos.
Dá tbm para fazer uma lista, de tudo aquilo que você precisa (ou quer) fazer e vai deixando para depois e depois. Quem sabe isso ajude a mudar alguns hábitos.
Por falar neles...
Em três anos pode-se criar hábitos novos. Mais saudáveis ou não. Depende do tamanho da sua vontade.
Dá para querer mais ou menos alguma coisa. E para ver que aquilo do qual você não dava a menor importância, faz muita diferença no final.
Em três anos de blog eu fiz boa parte disso aí.
Vivi aqui e na vida boa parte e um tanto de outras coisas mais.
Mas aprendi a conviver com essa ferramenta de uma forma muito intensa.
Já fiquei com raiva do blog, blogger, blogsfera e mundo afora... acho que não me sentia parte. Nem sei se já me sinto ou se é para sentir e se um dia vou sentir.
Conheci um CEM números de gente que me ajudou e inspirou a fazer diferente.
E aqui eu agradeço muito. A quem vem deixa sua contribuição aqui e a quem deixa sua contribuição no seu endereço, onde eu posso ir buscar.
Nunca parei para contar quantas pessoas já comentaram aqui no blog. Mas se eu for lá atras olhar, mesmo aquele que só deixou um comentário, eu vou saber quem é, quem é o filho e o que temos em comum.
Por falar nos filhos dos vizinhos... Aff!!
Desses eu lembro dos aniversários, das gracinhas e tiradas engraçadas, do que compartilham de igual e das diferenças com Laís. E amo isso!!! Me sinto intima...
Já que falei... o troço para dar sensação de intimidade é o blog. MEODEUS parece que eu conheço esse povo todo, mais que conheço muitos colegas de trabalho.
E como sofro e rio com vcs. Afff!!! Mas juro: se eu encontrar na rua, não vou bancar a intima, pq eu morro de vergonha.
Só não me passe seu email.. se não estas frita. Rá! Vou me achar a amiga.. e o pior e que no final vou acabar me tornando. Com tenho algumas tão queridas.
Quando comecei a escrever esse post (que vem meio atrasado já que já é dia 14) minha intensão era colocar as estatísticas do blog, chorar algumas pitangas, pedir que voltem ou que deixem um comentário... Afinal, meu humor anda péssimo. rsrsrs
Mas fui me dando conta do quanto amadureci nesses últimos anos.
Do quanto esse canto, que chamo de canto pq realmente parace que estou num lugar a parte, conversando com alguém, quando escrevo. Do quanto me proporciona e proporcionou de coisas boas e aprendizado. Quanto passei a me ver melhor depois que lia o que eu mesmo escrevia. Ou parava e passava a noite pensando naquele texto incrível que li.
Eu só tenho a agradecer pelos últimos 3 anos do meu blog.
Que é meu... e da minha pequena.
E de nais quem quiser fazer parte dele.
Obrigado!!!
Como diz marido: Acho que vou escrever até Laís entrar na faculdade. ;)
Muita gente nasce e morre em três anos.
Muita gente casa e outro tanto se separa, em três anos.
Tbm dá para se concluir alguns cursos de nível superior, uma pós graduação se incia e se conclui, com toda certeza.
Empresas abrem e fecham e três anos.
Muita gente é demitida ou pede demissão e manda o chefe para a P*****.
Em três anos se fica mais perto dos 30.
Tbm se apaixona novamente pelo marido e cada vez mais desmedidamente pela filha.
Em três anos dá para descobri que não se pode ficar acomodado esperando que um dia sua vida mude.
E tbm dá para descobri que as amizades podem ser surpreendentemente fortes ou fracas.
Dá para conhecer muita gente bacana, que passa a fazer parte da sua vida. Na vida e na tela.
Dá para escrever muitas linhas. Se a pessoa for mais organizada, escreves bons 1094 textos diários (infelizmente esse não é o meu caso)
Em três anos pode-se engordar e emagrecer algumas vezes.
Ou não conseguir nenhum dos dois.
Pode conquistar um sonho.
Ter uma mudança significativa na vida.
Fazer aquela viajem que se espera por tanto e tanto tempo.
Em três anos agente vê muita noticia triste na tv.
Muita coisa que choca, que vc vc pensar no amanha, na sua filha que dorme ali do lado e no dia seguinte que terá que ser encarado de qualquer forma.
Mas tbm vemos muita noticia boa.
Que precisa e pode ser propagada. Que dá aquele orgulho de ser mulher, carioca, brasileira, ser humano. E que faz ter esperança nos dias que virão.
Dá para ler muitos livros... Não tanto quanto gostaríamos, porque o tempo é urgente e passa depressa. Mas dá para viajar nas paginas de um autor novo ou daquele que vc esta lendo e relendo toda obra.
Em três anos você aprende que precisa se informar mais para da próxima vez ser diferente.
Tbm aprende que pode contribuir com sua história para ajudar aquele que está ali do outro lado da tela ou da linha e está tão perdido quanto vc esteve um dia.
Em três anos você pode perceber que logo vai chegar a sua hora de pedir a ajuda e o conselho de que já viveu aquilo de uma forma diferente de você. E aí, ficar do outro lado da tela ou da linha esperando aquele conselho ou dica pára fazer diferente.
Em três anos você pode começar a querer começar tudo de novo.
Ou dar um tempo naquilo que já está "velho" para, quem sabe, voltar com um gás novo.
Em três anos, se troca os móveis de lugar algumas vezes. Joga alguns fora e compra uns novos.
Dá tbm para fazer uma lista, de tudo aquilo que você precisa (ou quer) fazer e vai deixando para depois e depois. Quem sabe isso ajude a mudar alguns hábitos.
Por falar neles...
Em três anos pode-se criar hábitos novos. Mais saudáveis ou não. Depende do tamanho da sua vontade.
Dá para querer mais ou menos alguma coisa. E para ver que aquilo do qual você não dava a menor importância, faz muita diferença no final.
Em três anos de blog eu fiz boa parte disso aí.
Vivi aqui e na vida boa parte e um tanto de outras coisas mais.
Mas aprendi a conviver com essa ferramenta de uma forma muito intensa.
Já fiquei com raiva do blog, blogger, blogsfera e mundo afora... acho que não me sentia parte. Nem sei se já me sinto ou se é para sentir e se um dia vou sentir.
Conheci um CEM números de gente que me ajudou e inspirou a fazer diferente.
E aqui eu agradeço muito. A quem vem deixa sua contribuição aqui e a quem deixa sua contribuição no seu endereço, onde eu posso ir buscar.
Nunca parei para contar quantas pessoas já comentaram aqui no blog. Mas se eu for lá atras olhar, mesmo aquele que só deixou um comentário, eu vou saber quem é, quem é o filho e o que temos em comum.
Por falar nos filhos dos vizinhos... Aff!!
Desses eu lembro dos aniversários, das gracinhas e tiradas engraçadas, do que compartilham de igual e das diferenças com Laís. E amo isso!!! Me sinto intima...
Já que falei... o troço para dar sensação de intimidade é o blog. MEODEUS parece que eu conheço esse povo todo, mais que conheço muitos colegas de trabalho.
E como sofro e rio com vcs. Afff!!! Mas juro: se eu encontrar na rua, não vou bancar a intima, pq eu morro de vergonha.
Só não me passe seu email.. se não estas frita. Rá! Vou me achar a amiga.. e o pior e que no final vou acabar me tornando. Com tenho algumas tão queridas.
Quando comecei a escrever esse post (que vem meio atrasado já que já é dia 14) minha intensão era colocar as estatísticas do blog, chorar algumas pitangas, pedir que voltem ou que deixem um comentário... Afinal, meu humor anda péssimo. rsrsrs
Mas fui me dando conta do quanto amadureci nesses últimos anos.
Do quanto esse canto, que chamo de canto pq realmente parace que estou num lugar a parte, conversando com alguém, quando escrevo. Do quanto me proporciona e proporcionou de coisas boas e aprendizado. Quanto passei a me ver melhor depois que lia o que eu mesmo escrevia. Ou parava e passava a noite pensando naquele texto incrível que li.
Eu só tenho a agradecer pelos últimos 3 anos do meu blog.
Que é meu... e da minha pequena.
E de nais quem quiser fazer parte dele.
Obrigado!!!
Como diz marido: Acho que vou escrever até Laís entrar na faculdade. ;)
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Sobre mim
25 janeiro 2013
Aniversário, nuvem cinza e Céu azul???
MEODEUS!!! Hoje já é meu aniversário... !!!
Sendo bem piegas.. sinto que o tempo passa rápido de mais,
mas ao mesmo tempo vejo quantas e quantas coisas estão acumuladas ao longos
desses anos...
28 anos de idade, de filha, de irmã mais nova do mais
velho...
21 de irmã mais velha da mais nova...
10 de namoro...
9 de casamento...
9 de empresa...
7 de apartamento...
6 de carro...
3 de maternidade...
3 de blog...
Muita coisa!!!!
Dessa vez, pela primeira vez eu acho, tive um tanto de
inferno astral pré aniversário. Talvez por causa daquela nuvem cinza que insiste em permanecer
na minha cabeça, talvez pelo cansaço acumulado, talvez pelo excesso de coisas
na cabeça ou talvez só pela crise dos 30 que se aproxima!!!
Nãoooooo, não tenho perfil de passar pela crise dos 30, acho
que já passei por crises de identidade demais na adolescência... E tbm, não vou me preocupar com isso agora, já
tenho coisas demais para administrar!!! Rsrsrs
Depois de muitos dias chovendo, nublado, cinza claro e
escuro... No Rio voltou um céu azul tímido, meio escondido atrás de grandes
nuvens brancas...
Estou meio assim hoje. Meio sem clima de grandes
comemorações, meio sem tempo para elas, mas com esperança de que a coisa pode
mudar.. talvez o carrinho da montanha russa pode começar a ir para a parte de
cima da montanha e a diversão recomeçar!!
É isso que desejamos no aniversário... recomeço, afinal
temos mais um ano de vida pela frente para aprender!!!
*
P.s: Não ligo muito para parabenizações... mas me sinto mega
importante, mais como sou tímida, morro de vergonha.. Daí que quase todo mundo
do trabalho esqueceu do meu niver...
Ainda bem que daqui a pouco vou pegar minha princesa
cantando mil vezes “parabéns pra você...!” e perguntando onde vai ser o
bolo!!!!
Bom final de semana (azul) para todos!!!
05 novembro 2012
Estou de volta com um meme sobre mim!!!
Então gente boa e querida... Duas semanas sem postar!!! Uffa.. tanta coisa acontecendo.. tanta coisa que quero compartilhar, tantos post mentais escritos, mas não 'transcritos', tantos blogs que li na madrugada pelo celular.. e não consegui comentar.
Por que resolveu criar o blog? Pq acompanhei alguns durante um tempo e senti uma grande necessidade de compartilhar os meus sentimentos e experiencias.
Qual tua principal atividade na vida offline? Existe vida offline?? Pode ser dormir??? heheh To péssima hoje!!! Então, fora meu trabalho, tem sido as criações no Corel.
Qual a tua maior esquisitice? Sou lerda e esqueço das coisas rápido. Talvez pelo item 10 das cosas aleatória sobre mim!!! rsr (esqueci de responder essa pergunta!)
Se tivesse que dar uma dica a uma amiga grávida, qual seria? Leia! Leia muito. Todo tipo de coisa. principalmente a que acha que não tem nada a ver com vc.
Se tivesse que dar uma dica a uma amiga que acabou de ter neném, qual seria? Aproveite pq passa muito rápido. E por mais difícil que possa ser o inicio da amamentação, insista. Insista, se informe, procure suporte e força na peruca. No final terá valido a pena!
Me indique um bom livro. A menina que roubava livros
Algo que tenha orgulho de ter feito? Me jogado de cabeça a maternidade.
Qual o melhor dia da semana pra ti? Sábado, claro! Dia que durmo até mais tarde.. não encano com nada!
Qual tua formação? Técnica em Publicidade e Bacharel em Administração
Como se vê daqui a 10 anos? Pode sonhar?? Morando em uma casa e trabalhando com paixão, talvez para mim mesma.
Quantos filhos pretende ter? 2, talvez 3 (muiiiiiiiiiiito talvez)
Em fim...
Mas.. no meio disso a gravidissima De, me indicou esse meme e fiquei muito feliz. A tempo que não via pela rede esse memes ou selinho ou correntes... Mas achei muito legal saber mais sobre as pessoas, detalhes do cotidiano que nos fazem mais próximos!!!
Vamos lá...
As regras pra participar são as seguintes:
- Escrever 11 coisas aleatórias sobre você.
- Responder as 11 perguntas que a pessoa lhe mandou e criar 11 novas perguntas para as pessoas para quem irá mandar.
- Escolher 11 pessoas para repassar esse meme e colocar os links de seus respectivos blogs.
- Avisar os blogs escolhidos.
- Não retorne esse meme para quem te enviou.
- Postar as regras.
11 coisas aleatórias sobre mim:
- Até um ano antes de engravidar, não me imaginava sendo mãe nem tão cedo. Na verdade nem tão tarde tbm. Não era uma opção para mim!
- Na verdade, na adolescência, meus planos eram me formar em jornalismo e morar sozinha por um bom tempo.
- No inicio da adolescência eu amava História, mas não me imaginava como professora. Daí quis fazer jornalismo e acabei caindo em Publicidade. No fim, fiz toda a parte administrativa no curso técnico e acabei fazendo faculdade de Adm pq era a mais barata. Me "apaixonei" pelos números e relatórios.
- Tenho poucos e os melhores amigos. Na verdade, amigas, que conheci das maneiras mais diferentes umas das outras. Numa viagem com estranhos, na internet, na faculdade e no trabalho.
- Adoro Caipirinha e cerveja gelada!
- Como igual peão de obra.
- Sou muito tímida, mas gosto de ser ouvida por muita gente quando tenho segurança no assunto.
- Vivo atrasada.
- Não sei dirigir
- Faço 10 coisas ao mesmo tempo. Começo uma aí lembro da outra e pulo, vejo outra e pulo de novo.. volto para a primeira! Odeio ser assim, mas quando vejo, já era.. e deixei metade das coisas no meio do caminho.
- Amo festas. Se pudesse, investiria nisso como carreira.
11 perguntas enviadas para eu responder:
11 perguntas para os meus escolhidos responderem:
- A ideia do seu blog é diário ou dicas?
- Uma coisa que o Blog trouxe de bom?
- Uma coisa que o blog trouxe de ruim?
- O q a maternidade mudou em vc?
- Alguma coisa foi/está diferente de suas expectativas em relação a maternidade?
- Qual a maior surpresa que vc teve com a maternidade?
- Qual é sua formação? É a que vc sonhou?
- Livro ou filme? Me indique um de sua preferencia
- Um passatempo?
- Um lugar?
- Onde quer estar daqui a 5 anos?
24 agosto 2012
Palavrão
O que é um palavrão se não uma palavra grande?
Inconstitucionalissimamente (é até dificil de escrever) sempre foi parte das brincadeiras infantis.. e Até hoje é.. agente já brinca de ensinar Laís dizer isso.. (q se não fosse o Aurélio, eu nem saberia o q é).
No nosso querido Winkipédia, tem um post sobre isso.. confere lá.
Mas não... não é sobre palavras grandes que vim falar hoje.
Palavrão lá em casa, quando eu era criança, era quase comum. Não vivíamos em uma casa de desbocados. E era terminantemente proibido repetir, mesmo que baixinho, qualquer um deles. Até hoje fico sem graça de soltar um PQP perto do meu pai. Massssss... minha mãe nunca se inibiu de soltar uma alto e sonoro PQP quando agente fazia alguma M. (nem outros em outras situações especificas)
Tinha os mega proibidos, que nem ela falava. Mas que aprendemos com os amiguinhos da rua rapidinho. Mas que tbm éramos espertos o bastante para não repetir na frente dos meus pais ou de qualquer adulto.
Só que já sou moça adulta... e moça adulta que tem seu dias cinzas e seu momentos negros.. E, não me orgulho disso (na verdade nem ligo, rá), mas quando fico com raiva, meu palavriado baixa consideravelmente. Juro que não é de proposito.. e não ofendo ninguem, sou bem educada, lembram?
Assim..
Hoje é um dia que o mal humor está atacado. #fato1
Quando estou assim, minha paciência fica estreita. #fato2
Leio, ouço, vejo coisas que me tiram do serio #fato3
Aí F*, penso 10 palavrões por frase!! De verdade. E se vc vier falar comigo.. mesmo que seja harmoniosa, nossa conversa... eu vou soltar alguns!!! Eles são libertadores nesses dias!!!
Claro que sou educada e responsável o bastante para saber onde falo e com quem falo... até pelo pc.. se sinto muito a necessidade de falar, peço desculpas antes... (viu Manu).
E o que isso tem haver com Laís....
Fora o dia que ela falou uma méda, quando era bem pequenininha, eu não me lembro de Laís repetindo ou falando algum palavrão sequer... nem quando esta com raiva, nem quando esta frustrada... Ela não não tem contato com meus rompantes.. e, fora os jogo do Flu, marido tbmtenta se controlar.
Eu poderia deixar passar isso em branco... e deixar minha imagem de mãe centrada se perpetuar pela rede (só que não).. mas numa conversa hoje, percebi que isso pode ser importante registrar.
Nossa vida muda muito.. vira meio q de cabeça para baixo depois que nos tornamos pai e mãe. Aprendemos a passar para nossos filhos muito do que aprendemos e vivemos na nossa infância e conseguimos mudar muitas coisas do nosso dia-a-dia, sem que isso seja uma grande sacrifício.
Acho muito feio criança falando palavrão. Na verdade até adulto falando é feio. Acho que adulto tem que saber se portar e principalmente se portar para uma criança e na frente de uma criança.
Mas... para ser bem sincera, tudo tem seu contexto e seu momento.. e um PQP bem dito pode ser renovador - tipo naquela hora que vc dá uma topada com o dedinho mindinho... PQP! Um vai se F* (mesmo que interno) pode ser libertador... na hora que lhe perguntão pela milésima vez aquela coisa que não diz respeito a mais ninguém além de você.
Texto confuso... mas.. hoje o dia esta assim!
Puta merda!!! (hihihi) não resisti.. mas foi só um!
Hoje eu estou impossível.. então se vc estiver andando pela rua e ver uma pessoa com balõezinhos com vários $%#%$# na cabeça, não se espante!
Bom final de semana a todos!!!
Inconstitucionalissimamente (é até dificil de escrever) sempre foi parte das brincadeiras infantis.. e Até hoje é.. agente já brinca de ensinar Laís dizer isso.. (q se não fosse o Aurélio, eu nem saberia o q é).
No nosso querido Winkipédia, tem um post sobre isso.. confere lá.
Mas não... não é sobre palavras grandes que vim falar hoje.
Palavrão lá em casa, quando eu era criança, era quase comum. Não vivíamos em uma casa de desbocados. E era terminantemente proibido repetir, mesmo que baixinho, qualquer um deles. Até hoje fico sem graça de soltar um PQP perto do meu pai. Massssss... minha mãe nunca se inibiu de soltar uma alto e sonoro PQP quando agente fazia alguma M. (nem outros em outras situações especificas)
Tinha os mega proibidos, que nem ela falava. Mas que aprendemos com os amiguinhos da rua rapidinho. Mas que tbm éramos espertos o bastante para não repetir na frente dos meus pais ou de qualquer adulto.
Só que já sou moça adulta... e moça adulta que tem seu dias cinzas e seu momentos negros.. E, não me orgulho disso (na verdade nem ligo, rá), mas quando fico com raiva, meu palavriado baixa consideravelmente. Juro que não é de proposito.. e não ofendo ninguem, sou bem educada, lembram?
Assim..
Hoje é um dia que o mal humor está atacado. #fato1
Quando estou assim, minha paciência fica estreita. #fato2
Leio, ouço, vejo coisas que me tiram do serio #fato3
Aí F*, penso 10 palavrões por frase!! De verdade. E se vc vier falar comigo.. mesmo que seja harmoniosa, nossa conversa... eu vou soltar alguns!!! Eles são libertadores nesses dias!!!
Claro que sou educada e responsável o bastante para saber onde falo e com quem falo... até pelo pc.. se sinto muito a necessidade de falar, peço desculpas antes... (viu Manu).
E o que isso tem haver com Laís....
Fora o dia que ela falou uma méda, quando era bem pequenininha, eu não me lembro de Laís repetindo ou falando algum palavrão sequer... nem quando esta com raiva, nem quando esta frustrada... Ela não não tem contato com meus rompantes.. e, fora os jogo do Flu, marido tbm
Eu poderia deixar passar isso em branco... e deixar minha imagem de mãe centrada se perpetuar pela rede (só que não).. mas numa conversa hoje, percebi que isso pode ser importante registrar.
Nossa vida muda muito.. vira meio q de cabeça para baixo depois que nos tornamos pai e mãe. Aprendemos a passar para nossos filhos muito do que aprendemos e vivemos na nossa infância e conseguimos mudar muitas coisas do nosso dia-a-dia, sem que isso seja uma grande sacrifício.
Acho muito feio criança falando palavrão. Na verdade até adulto falando é feio. Acho que adulto tem que saber se portar e principalmente se portar para uma criança e na frente de uma criança.
Mas... para ser bem sincera, tudo tem seu contexto e seu momento.. e um PQP bem dito pode ser renovador - tipo naquela hora que vc dá uma topada com o dedinho mindinho... PQP! Um vai se F* (mesmo que interno) pode ser libertador... na hora que lhe perguntão pela milésima vez aquela coisa que não diz respeito a mais ninguém além de você.
Texto confuso... mas.. hoje o dia esta assim!
Puta merda!!! (hihihi) não resisti.. mas foi só um!
Hoje eu estou impossível.. então se vc estiver andando pela rua e ver uma pessoa com balõezinhos com vários $%#%$# na cabeça, não se espante!
Bom final de semana a todos!!!
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